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A expedição de alvará judicial é um dos momentos mais esperados em um processo: significa que o direito foi reconhecido e que o valor pode ser levantado. Mesmo assim, muitos advogados perdem tempo, e às vezes prazos, por falta de um acompanhamento dessa etapa.
O problema não é falta de atenção. É excesso de processos e falta de automação.
O alvará judicial é o documento emitido pelo juízo que autoriza o levantamento de valores depositados em juízo, como indenizações, precatórios, RPVs e depósitos vinculados a sentenças condenatórias. Após o trânsito em julgado ou em situações específicas previstas em lei, o advogado precisa requerer a expedição e, em seguida, acompanhar a publicação que confirma a emissão do documento.
Esse acompanhamento envolve verificar publicações nos diários oficiais, consultar o sistema do tribunal e, muitas vezes, aguardar um prazo que não tem data certa para acontecer. Em escritórios com carteira ampla, esse processo se repete dezenas de vezes ao mês
O maior risco na expedição de alvará judicial não é o erro jurídico. É a demora na identificação da publicação. Quando o advogado não recebe o alerta da expedição a tempo, o levantamento atrasa, o cliente fica insatisfeito e o escritório perde produtividade.
A consulta manual nos sistemas dos tribunais e nos diários oficiais é demorada e sujeita a falhas. Um dia de distração já é suficiente para perder uma publicação relevante. Somado a isso, a multiplicidade de diários e portais estaduais torna o monitoramento ainda mais difícil para quem atua em mais de um estado.
Mais de 490 diários oficiais circulam no Brasil, entre federais, estaduais e municipais. Acompanhar tudo isso manualmente é inviável.
O processo de expedição de alvará judicial passa por etapas distintas, cada uma com publicações e movimentações que precisam de atenção.
A primeira é o requerimento de expedição, protocolado após o trânsito em julgado ou após o preenchimento das condições previstas na sentença. A segunda é o despacho judicial que determina a expedição. A terceira é a publicação do alvará no diário oficial ou sua disponibilização no sistema do tribunal. A quarta é o prazo para retirada ou para apresentação do alvará na instituição financeira.
Cada uma dessas etapas pode gerar uma publicação diferente, em momentos distintos. Perder qualquer uma delas significa atraso
Com uma plataforma de monitoramento de diários oficiais, o advogado cadastra o número do processo e passa a receber alertas automáticos a cada nova publicação relacionada àquele feito. Isso inclui o despacho que determina a expedição, a publicação do alvará e qualquer movimentação subsequente.
O Pocket Jurídico faz exatamente isso. Você cadastra o processo uma única vez e a plataforma passa a capturar automaticamente todas as publicações nos diários oficiais, sem que você precise consultar nenhum sistema manualmente.
As atualizações chegam organizadas em uma linha do tempo cronológica, fácil de acompanhar e de compartilhar com o cliente. Com mais de 150 milhões de publicações entregues e cobertura de 490+ diários, nenhuma expedição passa despercebida.
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A expedição de alvará judicial tem consequências diretas na gestão de prazos do escritório. Após a publicação, o advogado precisa agir dentro de determinado período para retirar o documento, apresentá-lo ao banco ou cumprir outras exigências do juízo.
Perder esse prazo pode gerar a necessidade de novo requerimento, atrasar o recebimento pelo cliente e criar desgaste desnecessário no relacionamento com quem você representa.
Se você ainda não tem clareza sobre como funcionam os prazos processuais e como organizá-los na rotina do escritório, o Guia sobre prazos peremptórios e a gestão de tempo na advocacia traz um panorama completo sobre o tema. Vale a leitura antes de estruturar qualquer fluxo de acompanhamento.
O primeiro passo é centralizar o monitoramento. Se o escritório acompanha diferentes processos em diferentes tribunais, o ideal é ter uma única plataforma que consolide todas as publicações em um só lugar, sem precisar acessar múltiplos portais.
O segundo passo é definir quem acompanha o quê. Em escritórios com equipe, é possível distribuir o monitoramento por advogado responsável, garantindo que cada um receba os alertas dos seus processos. Com o Pocket Jurídico, você convida toda a equipe gratuitamente e cada membro acompanha sua carteira na plataforma.
O terceiro passo é manter o cliente informado. Após a expedição do alvará, o cliente quer saber o que acontece. Com o compartilhamento da linha do tempo diretamente pelo Pocket Jurídico, você elimina o ciclo de ligações e e-mails repetitivos.
O Pocket Jurídico foi desenvolvido por uma equipe com mais de 20 anos de experiência em tecnologia jurídica. A plataforma monitora publicações nos diários federais, estaduais e municipais de todo o Brasil, com SLA de 99,9% de disponibilidade.
O modelo de cobrança é por uso, sem mensalidade fixa. Você paga conforme o volume de monitoramento ativo, o que torna a plataforma acessível tanto para advogados autônomos quanto para escritórios com grande carteira de processos.
Acompanhar a expedição de alvará judicial não precisa ser uma tarefa manual. Com o monitoramento automatizado, você ganha tempo, reduz riscos e mantém seus clientes informados sem esforço adicional.
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